sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Coluna Liso da Bahia (13ª Edição)


INCAP MASTER 2012  
Marilton representou a Acra futmesa mas não ganhou troféu. Foi disputado no Clube 2004 nos dias 28 e 29 de julho. Premiações:
Campeão: Jair (Grêmio Cosme de Farias - Salvador-BA).
Vice-campeão: Giovanni Moscovits (Clube 2004 - Salvador-BA).
Terceiro lugar: Edmilson Couto (Academia - Salvador-BA).
Quarto lugar: Valter Teles (Associação Baiana de futebol de mesa - Salvador-BA).


Esquema tático - futebol de campo
Na década de 1970, aqui no Brasil, a maioria dos times de futebol jogava da seguinte forma (era a formação tática mais vista): quatro zagueiros, um volante, um armador, um ponta de lança, um ponta direita, um centroavante, um ponta esquerda. O armador jogava de uma intermediária a outra, marcando e armando as jogadas. O ponta-de-lança marcava até o meio-campo não passando para o campo de defesa para marcar, era o homem de ligação do meio-campo com o ataque e em boa parte das equipes era o craque e artilheiro do time, o camisa 10. Pelé é um exemplo de ponta-de-lança. Hoje é raro algum jogador ser visto jogando numa função parecida com os antigos pontas-de-lança. As equipes foram abandonando os pontas tradicionais que foram substituídos por jogadores de outras funções, os armadores rarearam muito passando a função de armação de jogadas a serem feitas geralmente por meias que não jogam numa faixa tão ampla do campo como os armadores tradicionais. As equipes, aos poucos, foram passando de ter de um, como no passado, a dois ou três volantes.
Um enorme número de modelos foram formados, tendo hoje diversas formações táticas possíveis de serem escolhidas pelos treinadores. Vou exemplificar as que mais conheço. Tem time que gosta de jogar assim: quatro zagueiros, dois volantes, dois meias que marcam fechando as laterais e apoiam, e dois atacantes. É 4-4-2, são duas linhas de quatro e mais dois atacantes. Se as duas linhas de quatro estão bem fechadas na defesa fica mais difícil infiltrar no sistema defensivo. No entanto, se a segunda linha de quatro sobe, o time fica ofensivo e marcando por pressão a saída de bola do adversário. Na final olímpica agora em 2012 quando o México foi campeão no futebol masculino em cima do Brasil ele jogou com duas linhas de quatro. Quando o México subia marcava por pressão, o primeiro gol do México foi na saída de bola do Brasil, os mexicanos tomaram a bola. Quando o México recuava as duas linhas de quatro fechavam os espaços na zaga, isto ocorria quando o México tinha a posse de bola e perdia, o time recuava todo para fechar os espaços..
Há também a variação 4-2-3-1 que é muito utilizada. Nela os meias marcam e armam as jogadas apoiando o ataque.
Há outra formação que de uns poucos anos para cá tem sido abandonada cada vez mais por treinadores. Quatro zagueiros, dois ou três volantes que marcam mais do que apoiam, um meia responsável pela armação que não marca e atacantes que não marcam. A tendência a tual do treinadores é querer volantes que tenham uma boa saída de bola e meias que fechem os espaços, por isto esta formação vem perdendo adeptos.
Um grande número de modelos como os que relatei acima foram montados em equipes de futebol. Não tenho como retratar todos, ficaria muito extenso, não conheço também por completo toda a extensa gama de variedades. Hoje, a maioria das equipes brasileiras possuem meias que ajudam na marcação e armam as jogadas.



Torneio de Integração 
Clube dos Amigos(SE) x Acra futmesa
 
Quatro torneios de integração são feitos por ano entre os botonistas do Clube dos Amigos de Aracajú enfrentando os botonistas da Acra futmesa. Dois são disputados em Aracajú e dois em Alagoinhas.
Resultados da disputa do dia 19/08/2012  

Quartas-de-final
Alagoinhas                               Aracajú
Lucas        2      x        0           Eró
Danilo       0      x         0          Marquinhos
Waltinho    1     x         0          João
Fábio         0     x         2          Magno
Classificaram-se Lucas (Acra futmesa), Marquinhos (Clube dos Amigos), Waltinho (Acra futmesa), Magno (Clube dos Amigos).

Semifinais
Lucas  2 x 0 Magno
Walter 0 x 0 Marquinhos

Final
Lucas 2 x 0 Marquinhos

Lucas campeão!


Campeonato Baiano
Equipes Sênior  2012 
 
Disputado dias 18 e 19 de agosto
Campeão: Liberdade (Adailton, Aliomar, Tosta e Irênio).
Vice-campeão: Baiana (Brandão, Serginho, Valter Telles e Gerdival).
Terceiro lugar: Clube 2004 (Américo, Valter, Ferfon,  Adeolito e Aliomar Brito).
Quarto lugar: Lapinha (Manuel, Afrânio e Luizinho).


Um abraço especial a todos os botonistas da Riograndina







terça-feira, 18 de setembro de 2012

Campeonato Riograndino

Na última segunda-feira (17/09) houveram jogos decisivos na Gomes Freire, tanto pelos Cavados quanto pelos Lisos.

Pelos Cavados, a peleia começa a apertar. Confira os jogos realizados:
Ronir 3 x 0 Perazzo
Sandro G 0 x 0 Azevedo
Mário 0 x 1 Sandro G
Michel 1 x 0 Leonardo
Ademir 0 x 0 Azevedo

 Nos Lisos, houveram jogos decisivos para a futura composição das semi-finais da 4ª Etapa:
João 1 x 0 Rodalles
Silvio 1 x 0 Michel
Jeferson 2 x 2 Rodalles
Silvio 2 x 1 Rodalles
 
= = = = = = = = = = =
 
Hora de Rir um Pouco...

Que tal a analogia? 

1 abraço a todos e até quinta feira!


segunda-feira, 17 de setembro de 2012

63ª Coluna do Presidente



Alô amigos da taubinha, aproveitando a depressão sazonal que se abate sobre mim neste chuvoso final de semana na zona sul do Estado do RS, resolvi escrever reflexivamente.

Passada uma semana do Campeonato Brasileiro de Cavados em Cascavel/PR, após observar atentamente os acontecimentos “extra campo”, amplamente divulgados nos blogs e até mesmo nas redes sociais, resolvi externar alguns posicionamentos. Primeiramente, fiquei absolutamente compadecido com o Michel. O rapaz parecia que havia perdido alguém muito próximo de sua família, estava absolutamente desconsolado, notava-se um semblante pesado e entristecido. Isto causou-me perplexidade, pois o Michel havia errado um lance no final da partida que havia dado a vitória para a AFM de Caxias. Ora, essa é uma situação normal de quem disputa, o acerto e o erro são da essência da atividade competitiva, onde a decisão deve ser tomada em ínfimos quinze segundos. Mas até aí tudo bem, quem não ficaria chateado, mas extrapolar o limite do razoável, até mesmo pedindo perdão através de redes sociais, como que se estivesse espiando uma culpa, não acho que seja a abordagem mais adequada a saudável para o caso em questão. Sou praticante do futebol de mesa, na regra brasileira, modalidade um toque há pelo menos vinte e cinco anos. Neste tempo todo, posso dizer que já vi quase tudo. Dentro da minha subjetividade, muitas das coisas que vi, até hoje tenho dificuldade de entender. Talvez o meu pensamento seja ingênuo, mas eu encaro o futebol de mesa ou jogo de botão, como uma maneira de me subtrair da realidade do dia-a-dia, das obrigações profissionais e familiares, dos deveres que a vida contemporânea nos impõe. O simples fato de jogar uma partida por si só já é uma coisa bastante aprazível, daí porque sempre entendi que o adversário deve ser nosso amigo, ou pelo menos mantermos uma relação de camaradagem, não devemos nos divertir com quem possuímos algum tipo de reserva, pois qualquer situação pode ser um gatilho para a desavença. Eu falo em diversão porque futebol de mesa para mim é essencialmente diversão, prazer, regozijo, gozação, isso não é sinônimo de bagunça nem de falta de organização. O futebol de mesa felizmente teve o reconhecimento que merece e foi guindado à condição de esporte, mas o seu encantamento decorre de seu absoluto amadorismo e do denodo de seus praticantes em não deixá-lo morrer mesmo diante de tantas inovações tecnológicas que cada vez mais nos alienam dentro de casa. Diante disso, eu nunca consegui conceber que pessoas ficassem de mal por causa do botão, ou fomentassem rivalidades sem propósito. Grandes adversários devem nutrir grande respeito mútuo, pois são referências para todos os demais praticantes, em todos os sentidos, por isso, estabelecer uma rivalidade com outro competidor recomenda grande responsabilidade. Disso decorrem intercorrências, como vibrações despropositadas que não refletem a alegria espontânea de uma grande jogada, ou de um gol bonito, mas sim a vontade de desfazer e de humilhar o adversário. Infelizmente, como já referi, meu pensamento é ingênuo e as pessoas não vão se sentir felizes pelo simples prazer de jogar, pois a vaidade humana acaba falando mais alto e, vencer, nem que seja subindo por uma escada de cadáveres, como mencionou certa vez Nicolau Maquiavel, acaba sendo o que mais nos apraz. Não estou dirigindo esta reflexão para ninguém diretamente, mas para todos, inclusive para mim mesmo, pois não estou acima do bem e do mal e, ás vezes, também já quis superar outros competidores a qualquer custo, mas esta reflexão se impõe. Não posso acabar sem cumprimentar o J. Cláudio pela brilhante campanha e pelo vice-campeonato, até o momento me encontro chupando como ele recomendou, em que pese o objeto sugado apresentar deletéria flacidez, provocando coceira e irritação nas amídalas, o que acarreta uma tosse contínua. Peço escusas aos fiéis leitores, mas essa era uma reflexão que há muito eu queria fazer, vamos continuar jogando nosso botãozinho, nossos torneios, vamos comer muitos churrascos juntos, tomar geladas e chimarrões mas, acima de tudo, vamos fazer do futebol de mesa um espaço de pertencimento e de inclusão social e, como já escreveu o Guilherme Arantes, eternizado pela voz de Elis Regina: nem sempre ganhando, nem sempre perdendo, mas, aprendendo a jogar...

Boa semana a todos!!! 



domingo, 16 de setembro de 2012

ARFM News

Amanhã é dia de rodada decisiva na Gomes Freire. Pelos cavados, começa a afunilar a tabela. Silvio Silveira segue sobrando nas mesas. Ronir Oliveira, Sandro Azevedo e Michel Bresqui correm por fora, todos na luta por uma vaga na Taça RS Livre, a ser realizada em Novembro em São Lourenço do Sul.
Pelos Lisos, os 8 melhores colocados formataram 2 grupos de 4 botonistas, classificando-se os dois melhores de cada para a fase semi-final. Os grupos ficaram assim dispostos:
Grupo 1: Alex, Azevedo, Duda e Leonardo
Grupo 2: João, Michel, Rodalles e Silvio
Esta Etapa (Quarta do Campeonato Riograndino) será decisiva para a ponta superior da tabela, visto que Silvinho e Degani - os dois representantes da ARFM na Taça RS de Lisos que se avizinha - disputam o certame interno palmo a palmo.

Amanhã será mais uma segunda especial... Será mais um dia para ver Mário brilhar em nosso endereço eletrônico, e Rodalles desfilar em mesas papareias!

terça-feira, 11 de setembro de 2012

62ª Coluna do Presidente


Chegando ao ar um pouco atrasada, por conta da preguiça do feriado, estamos com nosso pasquim semanal.

Brasileiro de Cavados – E obviamente o assunto não poderia ser outro. Como a praxe impõe, nossa saudação aos queridos amigos da AFM pelo merecido título brasileiro de equipes. Cristian, Renan e Cícero eu conheço desde “guris pequenos”. O Cristian e o Renan, cada um em algum momento, o Cristian nos tempos do saudoso departamento de futebol de mesa do Sport Club Rio Grande e o Renan já na Afumerg, fazem parte da história da minha vida. O Cícero me lembro da lendária Associação Santanense, berço de grandes expoentes do futmesa. Podem ter certeza que torço por vocês, esse título é mais do que merecido.
Interessante os caminhos trilhados, vejam que a AFM se dedica essencialmente à modalidade liso, mas acabou sendo campeã nos cavados, inclusive com o Daniel Maciel pegando o gosto pelo barro. Mas o reverso também é verdadeiro, ou seja, o cara que só joga liso, que acha a cobertura o câncer do botão, venceu justamente onde ele tripudia e pela terceira vez, sem dúvida a língua é o chicote do c***. Mas enfim, esse é o cara diferenciado, amado por muitos, odiado por outros, mas o mais completo botonista que já vi jogar, seja qual for a modalidade. O Alex Antonio Degani Reis talvez seja o maior botonista de todos os tempos e aqui não vai nenhum bairrismo nem menoscabo por tantos outros atletas que são expoentes deste fascinante esporte. Seja como for, parafraseando o Guilherme Arantes, vivendo e aprendendo a jogar, nem sempre ganhando, nem sempre perdendo, mas aprendendo a jogar. Isso é o mais importante. Portanto, parabéns a todos os participantes e, principalmente à AFUMECA pela impecável organização. Parabéns também ao Rangel pelo título no sênior.
Claro que nos chegam informações de que a testosterona esteve à flor da pele, com discussões que beiraram às vias de fato, inclusive acarretando a desclassificação do torneio de alguns participantes. Por sorte tais fatos não tiraram o brilho do torneio. O nosso querido Michel até o momento não se recuperou, suas orelhinhas ainda estão murchinhas, a gurizada deu pra ele o troféu “pá de coveiro”, mas nada haver; Não te micha texuguinho, olha pro Michel Alves e dá graças a Deus, a presepada dele superou a mais inenarrável bizarrice, só erra quem tenta acertar, quem não tenta já errou duas vezes.
Obviamente as histórias que decorrem dos campeonatos são maravilhosas, a que passo a narrar decorreu de um telefonema que o J. Bahia fez pro Duda caps lock, que falando do telefone do Alex disse o seguinte: BAh JOÃO QUE COISA MAIS LINDA ESSAS CATARATAS DO NICARÁGUA. Claro, vejam: Niágara + Iguaçu = Nicarágua.
Com o J. Cláudio de vice-campeão resolvi não desistir de jogar botão. Até a próxima!!!